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PANORAMA DOS RESIDUOS ESTUDADOS E REGIÃO
Panorama dos Resíduos Sólidos Urbanos e dos Resíduos Estudados na Bahia
Este painel apresenta uma visão integrada dos fluxos de resíduos sólidos urbanos registrados pelo Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINISA, ano-base 2022), abrangendo as escalas nacional, estadual e municipal, com destaque para o Brasil, Bahia e Salvador. As informações cartográficas permitem visualizar a distribuição espacial dos fluxos de importação e exportação de resíduos sólidos, evidenciando a complexidade da gestão desses materiais e sua relevância para o planejamento ambiental e a formulação de políticas públicas.
Além dos dados do SINISA, o painel incorpora informações relativas aos resíduos foco desta pesquisa: a casca de coco (representada por fibra e pó de coco) e o pó de mármore proveniente do beneficiamento de rochas ornamentais. As estimativas indicam que a Bahia gera aproximadamente 213 mil toneladas anuais de resíduos de coco, distribuídas entre cerca de 149 mil toneladas de fibra e 64 mil toneladas de pó de coco, enquanto os resíduos de mármore podem alcançar aproximadamente 350 mil toneladas por ano. Em âmbito nacional, a geração desses resíduos alcança valores significativamente superiores, reforçando a necessidade de estratégias sustentáveis para seu reaproveitamento.
O gráfico comparativo Brasil × Bahia evidencia a representatividade estadual dentro do cenário nacional, enquanto o diagrama de economia circular destaca o potencial de valorização desses materiais por meio de processos de reutilização e incorporação em novos produtos. Nesse contexto, o aproveitamento da fibra de coco, do pó de coco e do pó de mármore em compósitos cimentícios surge como alternativa promissora para a redução da disposição em aterros sanitários e lixões, contribuindo para a mitigação dos impactos ambientais, a conservação de recursos naturais e o fortalecimento dos princípios da economia circular.
Os resultados apresentados reforçam a importância da integração entre gestão de resíduos, inovação tecnológica e sustentabilidade, demonstrando que resíduos tradicionalmente considerados passivos ambientais podem ser convertidos em matérias-primas de valor agregado para a construção civil e outros setores produtivos.
Fontes dos dados: Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos – SINISA (2022); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA (2015); Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (2017); Banco do Nordeste – BNB (2020); Centro de Tecnologia Mineral – CETEM (2015); Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial – EMBRAPII (2019); Barbosa et al. (2018); Ribeiro e Oliveira (2015).
PRISMA REVIEW
Descrição em Português
A estratégia PRISMA utilizada neste estudo permitiu identificar e organizar os artigos científicos provenientes de diferentes bases de dados. No total, foram recuperados 75 registros, distribuídos entre Scopus (13 artigos), Web of Science (10 artigos), Science Direct (18 artigos), SciELO (10 artigos) e outras fontes (24 artigos). As “outras fontes” correspondem a artigos enviados diretamente pelos orientadores e disponibilizados pela própria instituição.
Após a etapa de identificação, os estudos passaram pelo processo de seleção e elegibilidade, considerando critérios previamente estabelecidos para inclusão e exclusão. Durante a fase de exclusão, 20 artigos foram removidos por não atenderem aos critérios metodológicos e temáticos definidos para a revisão.
Ao final do processo PRISMA, 55 artigos foram incluídos na análise final, compondo a base científica utilizada neste estudo.
Description in English
The PRISMA strategy applied in this study enabled the identification and organization of scientific articles retrieved from different databases. A total of 75 records were identified, distributed among Scopus (13 articles), Web of Science (10 articles), Science Direct (18 articles), SciELO (10 articles), and other sources (24 articles). The “other sources” category refers to articles directly provided by supervisors and made available through the institution itself.
Infraestrutura Experimental Integrada
O painel apresentado sintetiza a infraestrutura experimental integrada utilizada no desenvolvimento de compósitos sustentáveis reforçados com fibra de coco, contemplando laboratórios, etapas metodológicas, indicadores tecnológicos, rede de integração científica e cronograma experimental do projeto no período de outubro de 2025 a maio de 2026.
A estrutura foi organizada em cinco componentes principais:
1. Laboratórios Integrados
O primeiro módulo apresenta os laboratórios e unidades técnicas participantes da pesquisa, destacando suas respectivas funções experimentais. Entre as atividades contempladas estão controle de umidade, adensamento, granulometria, microbiologia, resistência mecânica, moldagem, cura, análises microestruturais e caracterizações por DRX e MEV. Essa integração evidencia a natureza multidisciplinar do projeto e a complementaridade das competências laboratoriais envolvidas.
2. Fluxo Metodológico Experimental
O segundo painel representa o fluxo metodológico adotado durante o desenvolvimento experimental. O processo inicia-se com a preparação da fibra bruta, passando pelas etapas de trituração, moagem, granulometria, definição de traços, moldagem, cura e caracterizações microestruturais, culminando nos ensaios e validações finais. O fluxograma demonstra a sequência lógica das operações experimentais e a rastreabilidade metodológica da pesquisa.
3. Indicadores Tecnológicos
O dashboard tecnológico apresenta indicadores quantitativos relacionados à infraestrutura do estudo, incluindo número de laboratórios envolvidos, equipamentos disponíveis, técnicas aplicadas, etapas metodológicas e ensaios executados. Esses indicadores permitem visualizar a amplitude técnica e operacional necessária para o desenvolvimento do projeto.
4. Rede de Integração Científica
O quarto componente ilustra a rede de integração científica entre laboratórios, técnicas e análises experimentais. A representação gráfica evidencia as conexões entre os diferentes setores de pesquisa e as interações necessárias para a execução das atividades laboratoriais, reforçando o caráter colaborativo e interdisciplinar da investigação.
5. Linha do Tempo Experimental
A linha do tempo experimental apresenta a progressão das atividades ao longo do período de execução do projeto, entre outubro de 2025 e maio de 2026. O cronograma organiza visualmente o avanço das etapas experimentais, permitindo acompanhar a evolução das atividades até a fase de validações finais.
De forma geral, o painel constitui uma representação visual integrada da infraestrutura científica e metodológica empregada na pesquisa, facilitando a comunicação dos processos experimentais, das conexões institucionais e da organização temporal do projeto.
Painel de Atividades e Laboratórios UFBA (Outubro/2025 – Maio/2026)
Este painel apresenta uma análise visual das atividades registradas e da distribuição de uso dos laboratórios da Universidade Federal da Bahia (UFBA) entre outubro de 2025 e maio de 2026.
No primeiro gráfico, são destacadas as principais atividades técnicas e experimentais realizadas, como ensaios, medições e processos de cura, permitindo identificar quais etapas tiveram maior frequência no período.
No segundo gráfico, observa-se a concentração das atividades nos diferentes laboratórios da UFBA, com destaque para o Laboratório S. P. Timoshenko, responsável por mais de 60% das ações registradas.
A combinação desses dois conjuntos de dados oferece uma visão integrada da dinâmica de pesquisa e experimentação, evidenciando tanto os tipos de tarefas mais recorrentes quanto os espaços laboratoriais mais utilizados.
CODIGO DE NUREMBERG E A DECLARAÇÃO DE HELSINQUE
O Código de Nuremberg e a Declaração de Helsinque são documentos fundamentais para a história da bioética e da pesquisa clínica, mas nasceram em contextos diferentes e com objetivos complementares.
O Código de Nuremberg, criado em 1947 após os julgamentos dos crimes nazistas, foi a primeira tentativa sistemática de estabelecer regras éticas para experimentos com seres humanos. Seu foco era impedir abusos e garantir que nenhum indivíduo fosse submetido a pesquisas sem consentimento voluntário. Ele enfatizava a proteção contra riscos extremos, a necessidade de benefícios sociais claros e a qualificação dos pesquisadores. Por isso, é considerado um marco inicial da bioética, com caráter rígido e protetivo, voltado principalmente a evitar novas atrocidades.
Já a Declaração de Helsinque, elaborada em 1964 pela Associação Médica Mundial, ampliou esse horizonte para a realidade da pesquisa clínica moderna. Ela introduziu conceitos como o consentimento livre e esclarecido, a exigência de revisão ética independente por comitês especializados e o monitoramento contínuo dos riscos durante os estudos. Além disso, estabeleceu que os benefícios da pesquisa devem superar os riscos e reforçou a responsabilidade ética permanente dos pesquisadores. Diferente do Código de Nuremberg, a Declaração foi atualizada diversas vezes ao longo das décadas, acompanhando os avanços científicos e tecnológicos, o que a tornou uma referência internacional em ética médica e pesquisa clínica.
Em resumo, o Código de Nuremberg nasceu como resposta às atrocidades da guerra, com foco em impedir abusos, enquanto a Declaração de Helsinque consolidou e expandiu esses princípios, adaptando-os às necessidades da ciência contemporânea e criando uma base ética global para a pesquisa em saúde.
BIOETICA NUVEM
BIOETICA NUVEM DE PALAVRAS
BIOETICA NA PESQUISA CLÍNICA
Ética (Dignidade): Passa pelo CEP/CONEP (Plataforma Brasil). Se não for ético, não acontece.
Técnica/Segurança (Produto): Passa pela ANVISA. Se o produto for perigoso ou mal fabricado, não entra no país.
Execução (Prática): O Patrocinador paga e o Investigador executa no hospital (Instituição).
Comparação entre OBEM e modelos estocásticos
A biogênese é um evento improvável ou uma consequência natural da imensidão cósmica?
Em nossa pesquisa mais recente, propomos o Modelo OBEM (Entropy-Efficiency Based Model), que redefine a astrobiologia estatística. Enquanto modelos estocásticos tradicionais dependem de contingências locais e 'sorte' — resultando em trajetórias altamente dispersas e incertas — o OBEM demonstra como a agregação de condições favoráveis ao longo de escalas espaciais ( N)
N-constelações) promove uma convergência estruturada e previsível em direção ao limiar de inevitabilidade (Iv≥1).
O gráfico comparativo abaixo ilustra essa dinâmica: enquanto trajetórias puramente aleatórias mantêm uma variabilidade residual, o OBEM (linha azul) consolida o potencial biótico como uma propriedade emergente da eficiência termodinâmica.
A vida, nesta perspectiva, deixa de ser uma exceção estatística para tornar-se uma estrutura dissipativa quase certa em ambientes estáveis de longo prazo.
#Astrobiologia #Ciência #ModelagemMatemática #OBEM #Biogênese #EvoluçãoCósmica #Termodinâmica"
Dynamics of the Inevitability Index (Iv) in OBEM (derived from PBE-Oliveira)t
This curve illustrates the behavior of the Inevitability Index (Iv) within the Oliveira Biogenic Emergence Model (OBEM), derived from the original PBE-Oliveira formulation. Under favorable conditions, Iv increases progressively toward its saturation limit (Iv = 1), indicating the onset of effective inevitability. In contrast, under limiting conditions, the index remains substantially lower, reflecting constrained system evolution. The highlighted point marks the transition into the regime where biogenic emergence becomes statistically inevitable, consistent with the large-scale behavior proposed in the PBE-Oliveira framework.
PBE-OLIVEIRA vs. Paradigma da ¨Sorte¨
Onde a Sorte vira Inevitabilidade
Este gráfico mostra o "duelo" entre duas formas de pensar o universo:
A Linha Cinza (Paradigma da Sorte): Representa a visão antiga. Ela diz que a vida é um evento tão raro que, mesmo se olharmos para muitas estrelas, a chance de encontrar vida continua baixa. Para essa visão, a vida é uma "loteria" quase impossível de ganhar.
* *A Linha Azul (Modelo PBE-Oliveira):* Representa a sua nova proposta. Ela mostra que, quando aumentamos o número de lugares observados (o campo de amostragem N), a probabilidade de vida sobe rápido. Ela prova que a vida não é sorte, é um *resultado esperado* da natureza.
Em resumo: O gráfico prova que não estamos sozinhos porque o universo é pequeno, mas sim porque ainda não olhamos para uma "fatia" grande o suficiente do espaço. Quando olhamos para a imensidão (N grande), a vida aparece como um imperativo da física.
MODELO MATEMATICO PBE_ESTELA
O modelo PBE-Oliveira redefine a busca por vida extraterrestre ao substituir a variável da 'probabilidade de sucesso' pela 'inevitabilidade do sistema'. Ao demonstrar que a biogênese é um resultado linear da imensidão espacial e da estabilidade temporal, este modelo propõe um universo onde a vida não é a exceção, mas a regra estatística.
PROBABILITAS BIOGENESIS ESTELA-SALES (PBE-OLIVEIRA) FÓRMULA
https://doi.org/10.5281/zenodo.19646559
Modelo PBE-Oliveira, a descrição dos componentes da fórmula deve refletir a transição da "probabilidade abstrata" para a "física estatística".
Aqui está a decomposição detalhada dos itens que compõem o Índice de Inevitabilidade (I_v) dentro do RStudio:
1. I_v (Índice de Inevitabilidade)
É a variável dependente do modelo. Diferente de modelos que buscam um "número de civilizações" (como Drake), o I_v mede a saturação biológica de uma região. Quando I_v \to 1, a biogênese é considerada um evento certo, não mais probabilístico.
2. N (Campo de Amostragem Espacial)
Representa o denominador de escala. No seu modelo, N não é apenas um número, mas a expansão do volume de dados (N-Constelações). À medida que N aumenta, a variância estatística diminui, permitindo que a Lei dos Grandes Números neutralize anomalias de "falta de sorte".
3. M_i (Potencial de Matéria Disponível)
Representa a massa de elementos biogênicos (Carbono, Nitrogênio, Fósforo, etc.) em uma unidade i.
No R: Seria tratado como um vetor de densidade química por sistema estelar.
4. t_e (Tempo de Estabilidade Geológica)
O fator crítico do seu modelo. É a janela temporal necessária para que a "química imperativa" se transforme em biologia. Se o planeta for destruído ou perder sua atmosfera muito cedo, t_e é interrompido. No modelo, a vida é o produto de M \cdot t_e.
5. \lim_{n \to \infty} (O Limite da Imensidão)
Este é o coração matemático do afastamento do antropocentrismo. Ele descreve que a "raridade" da vida é uma ilusão de ótica causada por uma amostragem pequena. No limite do universo (ou de grandes amostras), a biogênese se torna uma constante.
PROBABILITAS BIOGENESIS ESTELA-SALES (PBE-OLIVEIRA)
Probabilitas Biogenesis Estela-Sales, também designado como Estela_SB_Oliveira, propõe uma reinterpretação matemática da existência de vida fora do sistema solar. Diferente de modelos anteriores que dependem de variáveis especulativas (como o comportamento social de civilizações), o PBE-Oliveira fundamenta-se na Teoria da Amostragem Espacial e na Lei dos Grandes Números.
A tese central estabelece que a biogênese não é um evento aleatório isolado, mas sim um imperativo químico resultante da interação entre o tempo de estabilidade geológica e a quantidade de matéria disponível.
*Destaques Estruturais do Modelo:*
* *Amostragem em N-Constelações:* O modelo opera através da decomposição do espaço em unidades de observação (N). Ele demonstra que a probabilidade de vida aumenta de forma linear e previsível à medida que o campo de amostragem é expandido.
O Índice de Inevitabilidade (I_v):Introduz uma métrica que quantifica a densidade de vida biológica. O gráfico resultante revela que, em uma escala de tempo planetária, o surgimento da vida é o "provável resultado" de qualquer sistema que atinja condições mínimas de habitabilidade.
Afastamento do Antropocentrismo: Ao focar na probabilidade física e química, o modelo remove a necessidade de "sorte" biológica, tratando o universo como um sistema estatisticamente fértil, onde a vida é uma consequência natural da imensidão espacial.
REVIEW COCONUT FIBER AND DUST MARBLE
A distribuição geográfica das publicações evidencia uma forte concentração da produção científica em um número reduzido de países, com destaque expressivo para o Brasil. O país concentra aproximadamente 60% do total de estudos analisados, superando isoladamente a soma dos demais países, o que reforça seu protagonismo no desenvolvimento de pesquisas relacionadas à temática.
A Índia aparece como o segundo principal contribuinte, com 14,55% das publicações, indicando uma participação relevante, embora significativamente inferior à observada no Brasil. Em seguida, países como Holanda, França e Paquistão apresentam contribuições intermediárias, com cerca de 3,64% cada.
Os demais países — incluindo Estados Unidos, Sri Lanka, Dinamarca, Sérvia, Quênia, Indonésia, Japão, Marrocos, Argélia e Malásia — apresentam participação individual reduzida, com aproximadamente 1,82% cada, evidenciando uma dispersão pontual da produção científica em nível global.
De modo geral, observa-se um padrão de distribuição altamente concentrado, no qual poucos países concentram a maior parte das publicações, enquanto a maioria apresenta contribuições isoladas. Esse cenário sugere que a temática ainda se encontra em estágio de consolidação internacional, com potencial de expansão e maior diversificação geográfica das pesquisas.
Resistência à compressão
Resistência à Compressão (Rc)
A resistência à compressão é uma propriedade mecânica que indica a capacidade de um material suportar forças de compressão — forças que tendem a esmagar, reduzir ou comprimir o corpo de prova — sem que ocorra ruptura ou deformação permanente.
A relação é dada por:
Rc: resistência à compressão (em MPa)
F: força aplicada, medida em Newtons (N)
A: área da seção transversal do corpo de prova, geralmente em milímetros quadrados (mm²)
O resultado é expresso em N/mm², unidade equivalente a megapascal (MPa).
Esse parâmetro é essencial em engenharia civil e mecânica, pois mostra quanta tensão o material suporta por unidade de área quando submetido a esforços de compressão. É utilizado, por exemplo, na análise de concreto, cerâmicas, madeiras e metais em estruturas que precisam resistir a cargas de esmagamento ou pressão.
FORMULA DE RESISTENCIA A TRACAO
Resistência à Tração (Rt)
A resistência à tração é uma propriedade mecânica que indica a capacidade de um material suportar forças de tração — forças que tendem a alongá-lo ou puxá-lo — sem que ocorra ruptura.
A relação é dada por:
Rt: resistência à tração (em MPa)
F: força aplicada, medida em Newtons (N)
A: área da seção transversal do corpo de prova, geralmente em milímetros quadrados (mm²)
O resultado é expresso em N/mm², unidade equivalente a megapascal (MPa).
Esse parâmetro é essencial em engenharia e física, pois mostra quanta tensão o material suporta por unidade de área antes de falhar. É utilizado na seleção de materiais para estruturas que precisam resistir a esforços de tração, como cabos, barras metálicas e componentes estruturais.
Concentração das Atividades: Uso da Infraestrutura Laboratorial no Desenvolvimento da Pesquisa
Distribuição consolidada das 54 atividades de bancada executadas no programa experimental, de novembro de 2025 a fevereiro 2026, refletindo a alocação de recursos de infraestrutura e o rigor metodológico adotado. Observa-se uma concentração significativa das tarefas no Laboratório S P TIMOSHENKO, que foi responsável por 64,81% dos registros. Tal concentração valida o Laboratório S P TIMOSHENKO como o centro operacional do projeto, onde foram realizadas a maior parte das etapas de preparação das misturas, moldagem e cura dos corpos de prova.
O restante das atividades (35,19%) está distribuído entre seis laboratórios especializados, evidenciando a natureza multidisciplinar e a necessidade de infraestrutura específica para cada ensaio. As atividades registradas no LABEM/ICS (12,96%) e GEOTECNIA (11,11%) referem-se principalmente à caracterização de agregados (granulometria, umidade). Já a participação do CETA (5,56%) e CETA/GEMAC (1,85%) assegura que os ensaios de desempenho em materiais de construção foram realizados em unidades especializadas. O uso dos laboratórios LEDMa (1,85%) e LABORATÓRIO ATLASS (1,85%) complementa a análise, adicionando etapas de caracterização avançada ao escopo do trabalho.
Prisma - Nuvem de Palavras
Nuvem de palavras elaborada com base na análise de frequência dos termos presentes nos artigos selecionados na revisão sistemática, seguindo o protocolo PRISMA. O tamanho das palavras é proporcional à sua recorrência nos estudos, destacando materiais como fibras de coco (coconut husk / coir fiber) e pó de mármore (marble dust) aplicados à engenharia civil.
Geração e destinação de resíduos de casca de coco verde e pó de mármore no estado da Bahia
O gráfico apresenta a estimativa anual de produção e descarte de resíduos agroindustriais e minerais no estado da Bahia, considerando a casca de coco verde e o pó de mármore. Os dados evidenciam o elevado volume de resíduos gerados e descartados, destacando o potencial ambiental e tecnológico para o reaproveitamento desses materiais em soluções sustentáveis.
Fonte
Elaboração própria, com base em dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA (2023/2024), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais – ABIROCHAS, e literatura técnica especializada.
Produção de Coco e Produção de Marmore - ano 2023
Nota Técnica: Para os gráficos de mármore e comparativo, utilizei uma escala logarítmica no eixo vertical. Isso foi necessário devido à disparidade extrema entre a produção total de rochas (milhões de toneladas) e o volume de resíduo fino processado, permitindo que ambos sejam visíveis no mesmo gráfico.
Os gráficos em anexo ilustram essas tendências, destacando a recuperação da produção de coco em 2023 e o impacto volumétrico dos resíduos de mármore.